domingo, 18 de dezembro de 2016

ELEIÇÕES AMERICANAS - RETOMA DA NOSSA VOZ E DE ALERNATIVAS


os VOSSOS meios de informação não são credíveis!
INTEGRAÇÃO VERSUS DIVISÃO
SÓ SE APRENDE PELA EXPERIÊNCIA DIRECTA
Este é o tempo de brilharem, de expressarem as vossas próprias escolhas - A porta foi aberta

Ora bem; deixem que siga o fio contrário do que foi referido. Em relação ao vosso mundo e considerando esta nação particular como exemplo, deixem que lhes diga, antes de mais, um aspecto significativo que vem reforçar e trazer tranquilização á maioria de vós, é que, embora este indivíduo tenha ganho as eleições, nos vossos termos, ele não conquistou as pessoas.
Deixem que lhes diga que mais do que 80% da população da nação não está de acordo com este rumo particular que foi tomado. Deixem que lhes diga igualmente que, independentemente do que os serviços de informação lhes estão a dizer, as percentagens baseiam-se nos seguintes números: A percentagem das próprias eleições indicam que 25 % da população terá votado nesse indivíduo – ponto final. Essa é a percentagem real das pessoas que votaram nesse indivíduo.
Desses 25%, 8% dos votantes não concordaram nem concordam com esse indivíduo mas foram influenciados a votar nele com base no desdém que sentiam na outra candidata. Por conseguinte, a somar a esses 25% que votaram nele, 8% deles foram mal empregues. Por não concordarem com o indivíduo, e por esse mesmo indivíduo nunca ter vindo a constituir a sua eleição caso não percebessem que a única escolha que tinham era a outra candidata. Portanto, não só foi a única alternativa existente como correspondeu à percepção que tinham na altura.
Por isso, o número daqueles que não apoiam esse indivíduo em particular é superior a 80% da população. Essa é uma percentagem significativa. Por isso refiro-o, antes de mais, para os tranquilizar do facto de que a nação, no seu todo, não perdeu o juízo, e que a nação no seu todo não elegeu para o governo um indivíduo que seja razão de confusão para a maior parte da população.
Ora bem; a acrescentar a isso, de que modo diria que isso se move em conjugação com a mudança? Primeiro, por altura da interacção de grupo que tivemos, que referi haver uma percentagem de indivíduos ligeiramente superior a 25& da população que se estava a voltar para uma terceira fase desta vaga, que era no sentido de expressarem um não alinhamento pelas alternativas condicionadas “assim ou assado” (NT: Republicanos ou Democratas) mas a passar para o significado da escolha do indivíduo. Na altura, referi que a percentagem seria ligeiramente superior a 25% e que estaria a subir. Por altura das vossas eleições, subiu quase para 50%. E esse é um aspecto que é tremendamente significativo.
Assim, esses são indivíduos que elegem não com base no vencer ou perder, mas que o fazem em relação a si mesmos e em relação ao que seja mais importante para eles enquanto indivíduos. O voto popular real que foi avançado em relação a esses dois candidatos foi somente de 51%
Assim, o que lhes diria que constituiu um aspecto muito importante foi que as pessoas elegeram em massa – sem terem consciência de quantos mais estavam a fazer o mesmo, sem saberem de uma forma objectiva quanto apoio estavam efectivamente a obter – esses indivíduos optaram por se voltar para a expressão da importância do indivíduo e não para a importância do vencer ou perder, para a importância da alternativa pessoal.
Bom; para além disso, o que isso também provocou com respeito à mudança generalizada? Para além de dar ênfase à importância do indivíduo, aquilo com que também mexeu relativamente ao vosso governo, que actualmente está a ser muito posto em questão, foi o vosso Sistema de votação, que está a ser objecto de desafio, o que também representa um passo adjacente rumo à importância do indivíduo, o facto do conceito e a estrutura do vosso colégio eleitoral estar a ser bastante posto em questão, e com isso, no sentido de passarem a dispensá-lo, uma vez mais, para expressarem o significado do indivíduo e o valor do facto de cada pessoa ter voz. (NT: Alusão à efectiva ausência de democracia)
A acrescentar a isso, e em reconhecimento disso, aquilo que aceitaram até agora – que pode mudar – mas que até agora é expressão do que aceitaram enquanto figura de proa desta nação particular.
Bom; quanto a isso, aquilo que diria é que esse indivíduo constitui um catalisador. Esse indivíduo está a criar e já tem vindo a dar voz à divisão. Não representa a divisão em si mesmo – essa mesma divisão já está em existência faz tempo. Essa divisão e a polarização presente no país já vinha a ter expressão há um significativo número de anos – há várias gerações, na verdade. Nessa medida, esse factor não é novo, e não foi esse indivíduo que o instaurou. Ele apenas lhe está a dar voz, e por conseguinte, está a trazê-lo à luz, de uma forma considerável que chama a atenção, essas divisões e essa polarização que existiam há muito tempo.
Também está a ser um catalisador para muitos que estão a começar a encontrar a sua voz. Independentemente de concordarem com ele ou não, há muita gente neste país que se encontra enredada na polarização, que se vê e percebe como tendo sido destituída de direitos e que receia de forma significativa, que expressa um temor considerável.
(Elevando a voz) Nem todos vós tendes receio dele, do Trump. Há um enorme número de pessoas que encontraram uma voz e que estão a descobrir a sua voz que apoiaram esse candidato por terem receio. Têm medo do governo. São aquelas pessoas que compõem as vossas milícias. São aqueles muitos que muitas pessoas desprezam, por os perceberem como classe inferior. E vós orgulhais-vos de no vosso país não terem sistemas de classes, mas de facto têm.
E nessa medida, existem muitas pessoas que estão a viver no vosso país que se percebem como destituídos de direitos e que temem o governo, que temem a aplicação da lei. E esses indivíduos, na percepção que têm, detêm o poder – os do governo, os que aplicam a lei, detêm o poder. Possuem as armas e o poder. E as pessoas arranjam armas mas percebem não deter poder.
E depois, indivíduos belicosos e extravagantes vêm e não receiam expressar-se de modo que não correspondem ao que presentemente designam por “politicamente correcto.” Não direi que sejam impopulares, por ser evidente que não o são. Há muitos que sentem e percebem de modo muito similar à maneira como este indivíduo se expressa, por abrigarem receio, e por se encontrarem em posição de ser contidos nesse temor.
Ora bem; eles também não terão alternativa? Têm sim. Mas tal como expressei, vós sempre tendes alternativas. O que não quer dizer que sempre tenham consciência delas. Não quer dizer que tenham consciência de que têm alternativa. As pessoas tornam-se víctimas por não perceberem que têm alternativa. E há muitos que percebem estar nesse papel de victimização.
Este indivíduo constitui uma figura de proa, um catalisador que trás à luz da ribalta questões as pessoas em massa não querem considerar nem debater por se acharem polarizados, e em que as pessoas se sentem divididas em “assim ou assado.” Ou condam ou discordam, ou estão com a razão ou estão errados, e este indivíduo veio focar essa divisão.
Não estou a realçar questão alguma de concordância ou discordância. Não sou defensor nem sou contra o indivíduo em si. Isso são opções que deixo ao vosso critério. Mas quanto ao papel que lhe cabe e ao que actualmente está a ter lugar com respeito àquilo que elegeram – mas deixem que lhes diga, mesmo àqueles de vós que não o elegeram, vocês estão a continuar a participar nesta mudança. Por conseguinte, continuam a ter opções. Não estão desamparados. Não são vítimas. Têm alternativa e têm voto.
Assim, aquilo que lhes diria é que muitas destas questões de que actualmente muito mais de vós receiam, que temem ser ameaçados, aquilo que antes de mais lhes diria é que jamais permitam que o medo lhes dite o rumo. Avancem. Capacitem-se e emancipem-se, e não se deixem destituir do vosso poder por acção do medo. Reconheçam que tudo quanto este indivíduo trouxe à luz constitui uma oportunidade para todos e para cada um – em TODOS os países e não apenas para este – em todos os países; considerar e reconhecer de forma genuína toda essa polarização, deixar de a ignorar, deixar de voltar a face dela à espera que se dissipe por si só, e deixar de implementar aquelas acções de aceitação da diferença, em vez de se deixarem sentir ameaçados pela diferença. Que é o que estão a fazer; estão a deixar-se ameaçar pela diferença.
Relativamente à forma como isto se está a aplicar à mudança generalizada, isto é a vossa oportunidade de avançarem, de expressarem a aceitação da diferença, e com essa aceitação da diferença respeitar-vos no que é importante para vós. Aceitação da diferença não quer dizer concordância – não têm que concordar para aceitarem. E se não concordarem, então têm responsabilidade para convosco no sentido de se honrarem naquilo em que não estejam de acordo e de se expressarem nesse sentido.
Não tem que ver com vencer ou perder. Tem que ver com cada um de vós enquanto indivíduos a avançar para a frente, expressar-se nas vossas liberdades individuais. Liberdade, e o que tem importância para vós, e o que é significativo.
E nessa medida, não deixar que os vossos sentimentos – não emoções, mas sentimentos - lhes ditem o comportamento, nem deixar que os media seja a vossa fonte de informação. Os vossos meios de informação são preconceituosos; não são imparciais nem neutros. São tremendamente preconceituosos. Mas vocês permitem que isso lhes dite ao permitirem que sejam a vossa fonte de informação. Eles não deveriam sê-lo. Vocês deveriam encontrar essa fonte de informação em vós.
Acção, intuição, envolvimento, interligação. Como poderão interligar-se se odiarem? Coo poderão voltar-se no sentido do avanço se se opõem?
Este é o tempo de brilharem, de resplandecerem! É altura de se expressarem. A porta foi aberta; e se a porta se abriu para os destituídos e abandonados expressarem todo o receio que abrigam, a porta foi aberta para todos.
E não é só no vosso país, mas em todos. Porque, quaisquer que sejam os problemas que deflagram no vosso país, eles reflectem-se pelo mundo fora. Todos os países do mundo têm as suas diferenças, polarizações, oposições se conflitos.
Deixem que lhes diga, conforme já referi a todos anteriormente, que com respeito à religião, a religião Islâmica constitui a mais vasta expressão do que designam por religião organizada no vosso mundo e compreende mais membros do que qualquer outra religião no vosso mundo. Cientes disso – de quantos indivíduos, quantas massas de indivíduos partilham desse denominador comum – mas qual será a percepção que tantos outros indivíduos por todos os quadrantes do vosso mundo acerca dessa filosofia e àqueles que a professam? Medo e oposição – MEDO E OPOSIÇÃO!
Eles são gente; são humanos, assim coo vós próprios, com desafios idênticos aos vossos. E nessa medida, adoptam a sua fé, tal como vós. Vós depositais fé na vossa essência. Eles depositam-na em Alá. Não há diferença.
Assim, é uma oportunidade de brilharem e de resplandecerem e de expressarem os pontos comuns, as semelhanças, em vez de se focarem nas diferenças e no que não querem, mas de expressarem aquilo que efectivamente querem e o que é importante – não o que pensam que seja importante devido às elaborações que têm vindo a ter expressão geração após geração, mas devido ao valor real.
Lembrem-se do que falamos acerca das preciosidades, do ouro e da prata, dos diamantes e das pedras preciosas. Porque serão elas preciosas? Por precisarem escavar à sua procura e por brilharem. Elas são belas. Vocês apreciam-nas. Em si mesmas serão valiosas? Não são mais valiosas que qualquer outra manifestação. Se levassem um barril de diamantes e de rubis e de ouro para outro planeta, eles percebê-los-iam como preciosos e valiosos? Provavelmente não. Vocês consideram-nos preciosos, mas na verdade, quanto valerão?
Isto é uma metáfora que estava a referir. Vocês veem certas expressões (falando mais alto) tal como esta situação das vossas eleições e do vosso novo presidente que há-de tomar o cargo, como importantes. Mas, de que maneira esse indivíduo pessoalmente lhes afectará a vida e a actividade do dia-a-dia presentemente? Ele encontra-se no vossa habitação? Come convosco à mesa? Usa as vossas coisas? Dá de comer ao vosso animal de estimação? Dorme com o vosso gato? Claro que não. Por isso, de que modo é que esse indivíduo os afecta pessoalmente?
Com certeza que responderão a isso dizendo que os esteja a afectar por afirmar isto e mais aquilo e por ameaçar isto e aquilo na vossa realidade, e isso ter importância para vós. Não quero dizer que não tenham importância, mas que importância terão?
Terão quinze aninhos ou vinte e três ou serão alguma garota que me esteja a dar ouvidos e esteja a planear engravidar ou abortar? Caso não sejam então isso na verdade não os afecta nem lhes causa impacto algum. Por isso, estão a dar importância a uma coisa que não justifica a importância que lhe estão a dar.
E se forem uma garota de esteja com quinze anos ou uma moça de vinte e três que esteja a planear engravidar ou abortar, ou se estiverem actualmente grávidas, não têm que se consumir, por que nesta altura têm o direito legal de interromper essa gravidez. E aqueles de vós que planearem faze-lo no futuro, o que lhes diria é que não o estão a fazer agora. Mas se tiver importância para vós, se planearem em termos absolutos dar seguimento a tal plano, então ergam a vossa voz. Então expressem o que tem importância para vós, e dêem passos nessa direcção. Têm um imenso número de outros indivíduos que apoiam isso e que concordam convosco.
Mas para todos quantos não planeiem engravidar para depois porem termo à gravidez isso não é preocupação. Vocês não estão envolvidos nisso. Sim, podem idealmente empregar tais expressões, tais ideais. Podem concordar com tais questões ou discordar delas. Mas se ferem de extrema importância para vós, então ergam a vossa voz, implementem acções nesse sentido. Há um formidável número de pessoas que concordarão convosco e que os apoiarão.
Estarão imigrantes a invadir-lhes a casa hoje? Ou a assaltá-los e a deitar-lhes a porta abaixo a fim de lhes tomarem a casa? Provavelmente não. Nessa medida, como poderá isso afecta-los tanto?
Está o vosso emprego ameaçado por um estrangeiro ilegal? Sugeria que estiver então que considerem os alienígenas das naves extraterrestres. É provável que o vosso emprego não esteja sob ameaça por trabalhadores não documentados e muito menos alienígenas ilegais. Mas se estiver, que farão? Quem estará a criar a vossa realidade? Um homem de cabelos arruçados tempestuoso em Nova Iorque? Ele ainda nem sequer se encontra em Washington. Estará esse indivíduo a criar-lhes a realidade, ou vocês?
Mas de que modo estará isso a influenciar relativamente à mudança? Está a afectar tremendamente. Está brilhantemente a avançar convosco para a frente de uma forma entusiasmante. Está a faze-los despertar. Está a propor uma alternativa. Está a impeli-los a agir e a descobrirem a vossa voz e a avaliarem o que seja genuinamente importante.
Precisarão concordar com este indivíduo? Não. Precisarão sequer respeitá-lo? Claro que não. Mas, que é que farão? Por ser isso que apresentaram a vós próprios. Nâo uma alternativa em que sejam vítimas e agora precisem penar durante quarto anos, à espera da próxima alternativa. Não, vocês já dispõem de alternativas. E isto constitui a apresentação delas.
Este indivíduo é quer a encarnação do que odeiam ou do que amam. E seja como for, serve de catalisador ao estimulá-los a expressar-se e a adoptarem as vossas alternativas.
Deixem que lhes diga que recentemente muitos o terão comparado a um Adolf Hitler, o que é tremendamente incorrecto. Porquê? Porque, ao longo do vosso mundo não esqueceram. Mantiveram essas histórias vivas, e tornastes-vos alerta e vigilante.
E eu diria que mais de 80% de votos neste país expressando o vosso descontentamento ou discordância com este indivíduo é um número considerável e que não são cordeiros que estejam a ser conduzidos ao matadouro. Este indivíduo não possui o poder que aquele (Hitler) indivíduo recebeu. Esse indivíduo recebeu esse poder. Milhões de indivíduos abriram mão, sacrificaram seu poder e deram-no a esse indivíduo e à sua máquina. Vocês não estão a fazer isso. E é muito provável que vocês não venham a fazê-lo. Portanto, essa é uma avaliação ou comparação muito errada a fazer em relação a este indivíduo. Gostaria de expressar que a única semelhança entre estes dois indivíduos é que ambos falam vociferam.
Por isso, aquilo que lhes diria a todos em meio ao que percebem ser um desespero; emancipem-se. Usem da intenção! Avancem em frente. Expressem-se. Sejam ousados, e movam-se.
Pergunta: …Esperava que falasses um pouco quanto ao uso efectivo da energia criativa, das energias de outras essências que nos estão a prestar auxílio nesta mudança, como nós enquanto indivíduos poderemos criar básica e criativamente retomar a nossa energia e utilizá-la.
Eu diria que o que seria mais criativo seria que se misturassem com esses indivíduos, como aqueles que apoiaram o Trump ou mesmo com ele próprio, e ao se fundirem com essa energia, a combinassem com a vossa e lhe infundissem um tipo diferente de poder. Isso seria ESPANTOSO.
Porque, conforme referi, o medo é o que os incapacita. Se conseguirem dissipar o medo e encorajarem a capacitação, então encorajarão toda a gente, e as diferenças tornar-se-ão muito menos significativas, por ser isso que gera a tremenda expressão de divisão – o medo das diferenças. Isso é o que os torna poderosos, o facto de terem medo por detrás. Se não houver qualquer medo, então as diferenças não serão tão significativas nem potentes e assim, mais facilmente serão abordadas e mais passadas para uma expressão de cooperação e de interligação.
Como hão-de fazer tal coisa? Permitem-se usar o vosso sentido empático. Saquem-no, passem-lhe a escova do pó e um verniz e utilizem-no. Utilizem esse sentido empático que cada um de vós possui e permitam-se misturar-se e fluir com as outras energias. Podem faze-lo com a minha energia, assim com qualquer outra energia.
Depois é somente uma questão de o manterem, e poderão trazer essa energia a vós sempre que escolherem faze-lo, por se achar sempre disponível, e não existir limites, nem muro, nem cerca nem portão. É livre para a tomarem. É apenas uma questão de conseguirem essa fusão e essa assimilação. A diferença está em conhecê-la e usá-la. Mas na realidade vocês fazem isso habitualmente; apenas não lhe prestam atenção, pelo que não têm consciência objectiva disso. Mas mesmo que tivessem, não saberiam necessariamente que fazer com isso.
É apenas uma questão de usarem essa energia a fim de realçarem o que tenha importância, o que constitua essa interligação e avanço em frente, e a emancipação do indivíduo.
Deixem que lhes diga, meus amigos, que para todo o vociferar que este Donald Trump apresenta, ele também sente medo e se sente intimidado pela autoridade do mesmo modo que muitos. Por isso, ele constitui genuinamente a encarnação dessas divisões e dessas expressões que são empregues presentemente no vosso mundo. Em vez de adoptarem a oposição, eu diria que será muito mais eficiente e criativo e capacitante voltar-se no sentido do encorajamento e da cooperação nessa interligação e tudo o mais.
Temos vindo a debater ao longo deste tempo todo o caso deste senhor Trump; bom, trata-se de um indivíduo, mas vejam o quanto ele propaga. Só que cada um de vós propaga de forma igualmente com força.
Poderão não o perceber do mesmo modo, objectivamente, mas estão a faze-lo com igual potência. Nessa medida, se aquilo de que realmente gostam e os diverte for estar num compartimento com um catraio ou um dos vossos animais de companhia e saborear o conforto e a doçura e a afeição, façam-no. Isso propaga-se com força. Pensam estar sós no vosso compartimento e que mais ninguém sabe o que estejam a fazer, e que mais ninguém esteja a saborear o momento, só que isso propaga-se com tanta força que as pessoas o sentem por todo o mundo.
Eu dir-lhes-ia que muitos são os que têm a ideia de que as pessoas e os animais mesmo gerem um comportamento mais extremo por altura de lua cheia, e chegam a fazê-lo a ponto de o documentarem! Perceberão que isso tenha sido implantado enquanto sugestão que os humanos por todo o mundo passaram a aceitar e a responder-lhe a ponto de quando está lua cheia, as pessoas gerarem comportamentos diferentes em massa? Não é por a lua gerar qualquer efeito físico, emocional, mental ou espiritual sobre milhões e milhões de pessoas; não se deve a que a atracção lunar relativamente à vossa atmosfera ou à vossa terra leve milhões de indivíduos ou mesmo criaturas a provocar diferentes comportamentos por altura de uma lua cheia. Não. Vocês são quem o faz em resposta a uma sugestão. E vocês projectam essa energia com tanta força em massa que chegam a influenciar as vossas criaturas e elas reagem!
(De forma calma) Deixem que lhes diga que têm prova do poder e do quanto ele se propaga ao vosso redor e continuam a insistir que não exercem qualquer efeito ou que são insignificantes. Eu digo-lhes que cada um é significativo e importante e valioso, muito mais do que o que creditam a vós próprios.
Por conseguinte, se quiserem ajudar a esta mudança, a sugestão que lhes dou é a de empreenderem o que quer que genuinamente desfrutem, quer seja contactarem outros indivíduos e partilharem informação, ou dar atenção ao vosso gato ou assobiar ao vosso passarinho. Não importa. O que quer que seja importante para vós, o que gostarem mais de fazer, de maneira autêntica, representará a vossa maior contribuição e a vossa maior dádiva relativamente a esta mudança – (com vigor) para além de cultivarem o estado de presença.
Direi que se cada um de vós praticasse mais a acção de estar presente, não teriam preocupações destas, nem se preocupariam com a figura de proa que virá a ser o vosso presidente, nem com o rumo que o vosso país está a tomar, por o vosso país os acompanhar. Não teriam problemas com os refugiados nem os terroristas, por não estarem a SER terroristas e não teriam refugiados. Não se preocupariam com respeito às crianças que passam fome, por nesse caso não existirem crianças que passassem fome, se todos, um a um, passasse mais para um estado crescente de presença.
Essa é a resposta à tua pergunta. Isso é o que conseguirá tudo isso. Se quiserem o segredo da vida e o segredo do vosso universo, ele está nisso: estejam presentes. Essa é a parte mais emancipadora de informação que alguma vez poderei transmitir-lhes.
Aquilo que lhes diria a todos será um genuíno encorajamento. Vocês são seres gloriosos, não se cubram de lama mas sejam aqueles faróis brilhantes e resplandecentes que são. Vocês têm tanto a explorar. Não se aflijam na lama. Estendam-se até às estrelas. Elas estão ao vosso alcance. Voltem-se para elas em vez de chafurdarem na lama. A todos vós um maravilhoso carinho e um tremendo apreço que vai além da vossa imaginação. Sois seres gloriosos – sejam-no, pois!
...
As pessoas sentem-se desiludidas, frustradas, desamparadas e descontroladas, e assim, no geral, buscam a autoridade, conforme o fizeram por milhares e milhares de anos, uma autoridade que lhes traga solução para os problemas, e estão a ficar muito desapontadas, por aqueles que tinham visto ser líderes e autoridades não estão a prover respostas NENHUMAS e estão a criar tanta disfunção e falta de liderança como qualquer dos outros. Por isso, o que está a ocorrer é uma quebra no papel da liderança.
Bom, isso era inevitável, está associado a esta mudança de consciência, pois, que estará essa mudança a fazer senão a mexer com a importância e o significado do indivíduo, não com a daqueles que estão no papel de autoridades, nem a gerar essa separação de papéis nem a separação de castas. E ao dar uma maior importância ao indivíduo, essa quebra ou desintegração dos papéis de autoridade, era inevitável que ocorresse. E por esta altura está a ocorrer por todo o vosso mundo.
Mas está a ser exibido por ambas as partes, por assim dizer, está a revelar-se pelo facto daqueles que se encontram no papel de autoridade, ou o que pensam ser o poder, estão a ter menos e menos poder, pelo que lançam mão cada vez mais de expressões extremas de desespero a fim de segurar essa autoridade e essa ilusão de poder mas eles próprios estão a passar pela experiência de ver esse poder e essa autoridade escorregar-lhes das mãos qual areia. Por outro lado, está a ser um tremendo de um desafio, que aqueles que não sejam reconhecidos como investidos em posições de autoridade e poder estejam a desafiar aqueles que estão e a realçar a falta de autoridade que essas autoridades realmente apresentam, uma vez mais ao recorrerem a medidas extremas de expressão a fim de desafiar o poder daqueles que estão nos lugares cimeiros.
Uma vez mais, não se deixem comandar pelos sentimentos, nem deixem que eles os controlem. Reconheçam os sentimentos que aflorarem por aquilo que são, e admitam-nos, mas deixem que façam uma pausa a fim de reconhecerem as alternativas que têm.
...
Também não serve de nada não admitirem aquilo que experimentam. Por isso, se toparem com um desses indivíduos que se expresse de forma lírica ou poética e com graciosidade, essas são expressões adoráveis, mas não servem de muito. Não que eu esteja a depreciar o valor do amor e da graciosidade, só que quando se experimenta um profundo trauma e inquietação e medo, não vale de muito, por não se estar receptivo; não que não queira receber - não pode, por se estar ocupado com o que se está a experimentar.
Por isso, reconhecer como abordam o semelhante é igualmente importante quanto o que fazem ao interagir com eles. Por isso, com isso, sim simpatia, empatia, reconhecer o que o semelhante está a experimentar. Assim como expressar o que se sente relativamente à situação, e confessar que, independentemente de se estar longe isso impacta-nos igualmente e leva-nos igualmente a participar, só que de uma forma diferente. Assim, estaremos a admiti-lo.
Além disso, é uma questão de não reforçarem a raiva. A raiva traduz-se por uma expressão de ausência de alternativas. Ora, isso não é expressão que queiram reforçar. O que pretendem reforçar é as alternativas, mesmo que ainda não saibam quais são, e mesmo que ainda não se saiba que tem lugar no quadro mais vasto.
...
Pergunta: Elias, gostaria de falar da pequena revolução por que passamos aqui no Reino Unido há umas semanas atrás em prol da nossa soberania e independência, e do distanciamento da enorme e desfavorável União Europeia. Para mim, ao nível pessoal, o que é interessante é que me tornei muito mais activa no meu voto, e ao me inteirar mais sobre a história dos diferentes países e dos seus sistemas políticos e económicos. Inteirei-me disso nessa medida, ainda estou a processar um entendimento da dinâmica do funcionamento e das andanças deste mundo, mas acho que me estou a preparar. Espero que se venham a dar enormes mudanças, que todavia pessoalmente não receio. Eu votei a favor do abandono. Fui uma dessas pessoas que votaram a favor da saída. mas desde então, desde que demos o nosso voto, temos vindo a ser criticados, rebaixados. Têm-nos chamado racistas e não sei que mais. Eu pessoalmente já o fui. As pessoas ainda andam a exigir um novo referendo por quererem inverter a decisão da maioria. Porque não conseguirão as pessoas aceitar? E estamos a falar de gente comum. A esta altura não já se trata de autoridades; são as pessoas umas contras as outras. E quando apelamos para o respeito pela decisão da maioria, elas não querem aceitá-lo.
Assim, pessoalmente adoptei o caso de as deixar falar (riso) e de deixar que saiam do sistema em que se encontram. Faço uma gracejo em relação a isso e simplesmente deixo que a energia seja libertada. Não há outro jeito de lidar com isso. Mas mantinho a posição que adoptei. Não acho que obtenhamos qualquer benefício do soberania, embora todos digam que não se trata de uma questão de soberania mas de uma questão de isolamento. Não estamos nada. Não é isso que estamos a fazer. Não é essa a questão, mas eles não querem entender.
Assim, numa situação dessas, é assim que lido com isso, e acho que muita gente o está a enfrentar do mesmo modo, de deixarmos que defendam as perspectivas que têm. Mas também está a provar um monte de preconceitos oriundos de certas indústrias como os media. São as publicações dos meios de informação, o Facebook, o Twitter, todas essas campanhas feitas pelos media que não param. É como se de súbito percebêssemos: "Quem é que está realmente no controlo?" Estaremos a ter uma informação isenta ,ou ela é-nos lançada de uma forma controlada com uma intenção? Assim, tudo isso se tornou mais claro, e eu sinto-me absolutamente fascinada, entusiasmada e não assustada em absoluto.
Elias: Muito bem, tens o meu manifesto apreço pelo reconhecimento do que é  - nos vossos termos - correcto e verdadeiro para ti. Por te teres permitido reconhecer e ter uma perspectiva dessas, mas reconhece igualmente não envolver uma situação  de teres que convencer mais ninguém daquilo em que acreditas ser correcto e verdadeiro. E isso é óptimo de reconhecer.
A questão está em seguires as tuas directrizes e de te reconheceres nessas directrizes. Elas são expressão do correcto e do verdadeiro para TI; e há muita gente que pode concordar contigo e defender directrizes muito similares, e com eles poderás envolver-te numa validação delas - por a validação sempre constituir um benefício - mas não te trará qualquer benefício desafiar ou convencer (ou tentar convencer) os outros, levá-los a concordar contigo. Não é necessário que toda a gente concorde contigo. E quando sentes confiança em ti e nas tuas próprias directrizes e no que é correcto e verdadeiro para ti, reconhecerás o quanto é desnecessário convencer ou tentar levar o outro a concordar contigo por ser aceitável caso ele não concorde. Continua no rumo do que é verdade e correcto para ti e obterás alternativas nesse sentido. E não terá importância que os outros concordem ou não contigo.
Direi que foi uma interessante manifestação e opção, essa que exibiram e apresentaram ao mundo, por assim dizer. É de interesse em muitos níveis. Tem o aspecto em que, conforme referiste, não vos estais a isolar, não estais apenas a tentar desligar-vos, mas que, na percepção e directrizes que assumem estão a mover-se no sentido da vossa soberania e estão a reconhecê-la. o que não deixa de ser uma expressão irónica a esta altura, relativamente a outras nações que se acham integrados no Reino Unido nesta altura, que anteriormente também expressaram o mesmo, e agora estais a passar pela experiência de levar com muitos dos aspectos que a vossa nação lhes atirou à cara desses países, nessa altura.
Por isso, trata-se de um volte-face interessante e um tanto irónico na experiência, e quanto a isso, um volte-face que tem muito valor. Porque, quando puderem experimentar o que o semelhante experimenta, passais a adoptar uma perspectiva mais abalizada e uma maior compaixão, e uma menor agressão e oposição, o que é excelente. O que também se relaciona com a questão da agressividade e da violência que tem vindo a dar-se noutras áreas.
Diria que, ao longo da História, a Bretanha expressou um tipo de cultura elitista, e que a essa cultura imprimiu um cunho de domínio. Actualmente não o faz, o que agora é interpretado como isolacionismo. Na verdade está, uma vez mais, a fazer uso do papel, metafórico por se tratar de uma nação, de prestar atenção a si mesma e de não se deixar manipular pelas outras fontes, não se volta no sentido do domínio mas para o facto de nesse papel da sua própria soberania poder estar mais ligada sem se deixar atar por expressões e filosofias a que se veja obrigada, por tal obrigação ser rompida.Por isso, diria que essa foi uma manifestação e tanto, da parte de uma nação que durante um período considerável de tempo ocupou o papel de autoridade, como quem diz - uma nação para quem as outras se voltam em busca de orientação e apoio. E agora encontra-se mais votada no sentido de se focar mais no colectivo da nação do que permanecer a autoridade. O que representa um passo considerável, ousado, e um passo que de certa forma é de louvar - e que foi dado pelo povo, e não pelas autoridades.

  Traduzido por Amadeu António

sábado, 22 de outubro de 2016

DEFINIÇÃO E EXPLORAÇÃO DE CURA



"Remeter a Energia para o seu Ponto de Origem"

"A Cura do Semelhante pelo Semelhante"

“A CURA E A CONSCIÊNCIA DO CORPO”
“ABORDAR OS SINTOMAS PRIMEIRO, DEPOIS A CAUSA”
“ESPELHAR: CURA PELO SEMELHANTE”



Bom dia! Hoje vamos abordar o assunto da cura. Bom; nessa medida perguntava-lhes a todos, em primeiro lugar, qual é a definição que dão à cura? Como definiriam a cura?



Resposta: A definição que eu assumi assenta no voltar ao estado natural. E para mim, isso significa o estado natural que se acha em harmonia com a minha própria energia da essência, o que quer que isso seja. Mas isso incluiria todos os outros, também. Não é um padrão absoluto.



Excelente. Eu diria que sim, que é uma definição de cura.


Agora, nisso há muitas, muitas elaborações tecidas em torno da cura e da ideia da cura. E nessa medida, o uso da definição do retorno ao estado natural pode ser um tanto traiçoeiro, pois, em que consiste o estado natural?


Poderão dizer que o estado natural passe por ter tudo a funcionar na perfeição ou de modo que deve. Mas, que será isso? Porque, independentemente de estarem a dirigir-se a um ser – que inclui todos os seres – ou o vosso planeta ou seja o que for, a cura pode ser aplicada quase a tudo. Nessa medida, qual será o seu estado natural, de momento? Qual será o seu estado natural agora? O que pode ser o seu estado natural agora pode não ser o seu estado natural no início.


Por conseguinte, o que poderá ter sido o estado natural de um humano, digamos, poderão imaginar que todos os aspectos do ser humano na sua consciência do corpo, na mente, no seu estado emocional, estejam a funcionar de modo apropriado, por assim dizer, e esteja a funcionar no seu estado natural. Mas a ideia que tenham do seu estado natural seja funcionar de modo que identifiquem como funcionamento optimizado – aquilo que tenha sido concebido para fazer, por assim dizer.


Mas eu diria que aí surge o factor da escolha e o que as pessoas escolhem ou o que a energia escolhe ou mesmo o que o vosso planeta está a escolher. E isso cria uma situação em que essa definição pode resultar um tanto nublada. Por ser uma questão de percepção, uma vez mais, e da interpretação do que seja o estado natural de um ser ou de uma coisa por qualquer forma que seja. E qual será o estado natural desse ser ou dessa coisa em qualquer altura?


Porque, certas manifestações tais como órgãos, digamos, podem funcionar de modo que vocês possam perceber ser disfuncional, mas com respeito à escolha do indivíduo, pode estar a funcionar de forma bem natural nessa altura relativamente à sua escolha e ao desejo que tenha e ao movimento que empreenda, ao que esteja a explorar. Isso envolve muitos factores.


Aquilo a que isso os conduz é à ideia de uma norma, a existência de um padrão generalizado que se traduza por tal estado natural e optimizado, estado natural esse que signifique que tudo esteja a funcionar da forma para que foi concebido. Em relação a essa norma também os conduz em direcções com respeito à questão da cura, em que criam avaliações do que esteja a funcionar adequadamente e do que não seja saudável e por conseguinte exija que seja alterado.


Bom; esse é um bom segmento da cura que não expressam por palavras quando dizem que a cura esteja em retornar ao estado natural. Aquilo que não estarão a dizer por palavras, com tal declaração de que a cura esteja em regressar ao estado natural é que, se houver a percepção de que nada esteja no seu estado natural ou no estado da função para que tenha sido designado, então deveria ser alterado. Devia ser mudado para passar a funcionar da forma para que tenha sido designado.


O tema da cura pode ser consideravelmente complicado, por cada pessoa ter uma ideia diferente e acreditar de forma diferente com respeito ao que seja natural e ao que não seja natural, e ao que seja saudável e ao que não seja saudável, ao que seja bom e ao que não seja, ao que esteja a funcionar e ao que não esteja. E para cada uma dessas expressões vocês possuem padrões que são fortemente influenciados pelas elaborações que fazem.


Todas as vossas normas são um produto de padrões, por andarem de mão dada. Lembrem-se que as elaborações são todas as razões que apresentam a favor, ou razões para tudo e mais alguma coisa. Por conseguinte, muito daquilo que abordam ou do que percebem no sentido da cura é altamente influenciado pelas vossas elaborações: Isto deve mudar porque…; Isto não é saudável, porque… Mas sempre que derem uma explicação do “porquê” estão a incluir uma elaboração. Isso representa a resposta ou a explicação quanto à razão porquê ou a razão para qualquer coisa.


A razão por que esta questão é importante deve-se a que tenham entrado numa era em que se encontrem, por assim dizer, a sofrer uma investida por parte de ideias relativas ao que seja saudável e ao que não seja, e ao que devam fazer ou não devam fazer, ao que deva ser alterado e o que não deva ser alterado. E isso em muitas pessoas, senão em todas, move uma imensa paixão por diversas formas.


E quando vocês apresentam a vós próprios alguma que pareça ser disfuncional por alguma forma, essa passa automaticamente a ser a direcção para que se voltam: precisa ser sanado, vocês precisam ser curados, eles precisam de cura, a sociedade precisa ser tratada, o planeta precisa ser corrigido, os vossos entes queridos precisam ser curados – tudo precisa ser curado. Por provavelmente haver algo que descubram de errado em quase tudo e isso exigir algum tipo de mudança e de recuperação da saúde.


Bom; um outro factor que é muito importante neste tema, e porque importa abordar, é a ideia e a questão de a cura em si mesma, seja em que sentido for, se achar baseada no medo e naquilo que não querem. Isso é o que incita a ideia da cura, essa concentração naquilo que não querem, de mão dada com um factor de medo das consequências: de que, se não o fizerem venham a apresentar-se consequências. Ou se o continuarem a fazer, venham a surgir consequências. Mas isso evoca a projecção, a antecipação – e esse medo gera uma forte influência na maioria de vós. Por os influenciar de modo a questionar-se, a questionar o que estejam a fazer e a questionar o que estejam a deixar de fazer. Influencia-os a fazer ou a exagerar ou a deixar de fazer ou a não fazer de todo. É tremendamente potente por ser um tremendo objecto de dúvida.


Será isto para dizer a algum de vós que a cura não seja boa ou que não seja necessária ou que seja questão negativa? Não, em absoluto. Mas importa que todos vós, à medida que expandem a consciência que têm e se estão a tornar mais presentes, também deixem de criar oposição em relação a vós próprios pela inclusão de expressões que sejam automáticas, de que vocês não tenham consciência objectiva quanto ao modo como estejam a continuar a influenciá-los em sentidos de que vocês procuram afastar-se – por estarem a prestar atenção a vós próprios, por se acharem presentes, por estarem a aplicar a informação, mas paralelamente se sentirem confusos e frustrados por existirem determinadas áreas em que vocês simplesmente parecem não conseguir realizar.


E parte da razão disso deve-se a essas expressões um tanto insidiosas que fazem parte do vosso viver diário que encaram como positivas quando na realidade, ao serem automáticas incorporam uma influência negativa, por os influenciar a concentrar-se no que esteja errado e naquilo que não querem, e no medo. E influenciam relativamente ao reforço da ideia e da perpetuação dessa expressão das consequências. Isto será o que acontecerá se fizerem isto ou deixarem de fazer.


Importa igualmente reconhecer, com respeito à cura, quando afirmam que a cura esteja no retorno a um estado natural, importa ter consciência do que isso queira dizer no momento, o que isso significa hoje na presente situação e no presente sentido; por a parte mais influente da cura com efeito não assentar necessariamente na alteração da manifestação física, mas no regresso a um estado natural que exprima abono, permissão – não luta nem oposição.


Quando pensam uma expressão de qualquer coisa que pretendam curar, ou quando observam uma situação exterior qualquer que estimem como que necessitada de cura, a associação automática que os acomete é a de alterarem isso, de se oporem o que se apresenta até que deixe de se apresentar. E vocês fazem isso por múltiplas formas. E em muitas situações vocês fazem-no de uma forma que naturalmente acham lhes esteja a ser encorajada, quer pela informação ou pelo que achem que seja útil, ou pelas sugestões e actos de auxílio que estendem.


Mas, em que se basearão tais actos e sugestões? É uma questão de terem consciência de envolverem o factor do medo e das consequências, em relação ao que eu diria que uns 95% das vossas expressões incluem esses factores subjacentes e motivações resultantes do medo e das consequências, por estarem a abordar algo que não querem ou de que não gostam. E nessa medida, querem vê-lo alterado. Querem isso diferente, ou querem que desapareça.


Isso, conforme eu muitas e muitas vezes referi no passado, apenas os influencia a concentrar-se naquilo de que não gostam e que não mais querem. E como poderá isso equivaler a um retorno a um estado natural? Apesar de poder, por constituir o estado natural em que de momento se encontram. Mas em grande medida, o provável é que não equivaler.


Mas é uma questão de reconhecerem que um dos factores mais importantes passa por deixarem de se opor, por o esquecerem, deixar de dar importância àquilo de que não gostam ou que não querem. E isso constitui um desafio considerável.


Se tiverem um familiar que tenha criado uma enfermidade ou tenha perdido um membro ou esteja uma situação de senilidade, torna-se num desafio excessivo deixar de mover oposição e deixar de se debaterem com isso. Quererá isso dizer que devam concordar com isso? Certamente que não. Quererá isso dizer adoptar aquilo de que não gostam? Não, decididamente.


Podem não gostar de uma particular expressão ou manifestação, mas quanto mais lutarem com ela, quanto mais se opuserem a ela, quanto mais se concentrarem naquilo de que não gostam ou no que tenha de errado, tanto mais o reforçarão e mais se desviarão do vosso estado natural. Por conseguinte, quem é que passa a necessitar de cura?


Vamos tentar utilizar aqueles exemplos objectivos em que um familiar gera uma doença ou uma manifestação física qualquer perigosa, ou que percebam em termos de perigo – perigo que represente a possibilidade da pessoa poder ser levado a um desenlace - por isso ser sempre sinal de perigo e representar a derradeira consequência, a morte.


Ou a possibilidade de um ente querido vosso estar a gerar algum tipo de manifestação que possa não conduzir à derradeira consequência da morte, que em certas situações, na percepção que têm, pode afigurar-se mesmo como pior, ficar prostrado ou em sofrimento. E quando amam alguma coisa, ou alguém, vocês não querem que esse alguém sofra. Vocês sofrem com ele quando se acha em sofrimento, por entrarem em empatia ou simpatizarem com a sua condição. E aí, por assim dizer, vocês sentem empatia, por também sofrem com o sofrimento dele.


Por conseguinte, como hão-de aplicar a cura e deixar de se concentrar nas consequências, no medo ou no que tenha de errado? De que modo hão-de aplicar esse retorno ao estado natural e incluir o que esse estado natural possa representar agora, por esse estado natural actual poder diferir do que estimam dever ser? Mesmo em situações de doença, esse poderá ser o estado natural actual. Essa pode ser a escolha actual subjacente ao estado natural. Ou digamos no caso de um ferimento, ou de dano cerebral que uma pessoa possa ter criado. Essa pode ser a escolha quanto ao seu estado natural do momento.


O modo como se movem no sentido de empregarem a cura com relação à mudança, à expansão, ao estar presente e não se moverem na direcção do medo e das consequências ou da oposição, passa primeiro por identificarem aquilo que receiam. Que consequências estão a antecipar? Que receios têm? Esse é o primeiro aspecto. Mas reconheçam-no – não o repilam, nem se debrucem nele, mas também não o ignorem nem tentem alterá-lo, reconheçam-no, certifiquem-se dele simplesmente.


A seguir não lhe movem oposição, mas reconhecem a expressão daquilo que percebem constituir a disfuncionalidade. Querendo com isto dizer que, se ocorrer convosco, que expressão terá isso? Que sintomas apresentará? Qual será a sensação que têm do que não esteja propriamente a funcionar, ou do que percebem não estar a funcionar adequadamente? Se ocorrer com outra pessoa ou outro ser, avaliem a posição em que se encontra e a posição em que vocês se encontram. Isso é tremendamente importante. Se envolver outro ser, não os envolverá a vós, e será uma questão de honrarem (respeitar) esse outro ser não pela interferência mas pela ajuda. E isso requer avaliação da posição desse outro ser em meio ao que esteja a criar, e avaliar se quererá um envolvimento da vossa parte.


Eu já referi imensas vezes, em especial recentemente, que importa reconhecer aquilo com que se envolvem, e de que podem aplicar-se sem se envolver quando uma dada situação não os envolva directamente. E estou ciente de que muitos de vocês, senão mesmo a maioria, continuam a debater-se com esse conceito.
Mas com respeito à cura, vocês podem, digamos, estender energia ou repartir energia caso esse outro ser se mostrar receptivo a isso.


Desse modo estarão a projectar uma energia destituída de expectativa. Não estarão a expressar especificamente um modo porque essa energia seja usada ou recebida. Estarão apenas a expressar um desejo genuíno de auxílio e estarão a estender essa partilha de energia, coisa que eu sempre encorajo.


Mas quando se movem em direcções mais específicas, quer em relação a vós próprios ou a outros, e se encontram focados uma manifestação particular, ou no que percebam como um funcionamento defeituoso, aquilo que lhes diria seria que, se quiserem ser úteis, se efectivamente quiserem genuinamente voltar-vos num sentido de cura e não opor-se, é uma questão de voltarem a energia ao seu ponto de origem.


Ora bem, isso difere de alterar a disfunção. Digamos, a título de exemplo hipotético, que uma pessoa esteja a criar uma disfunção em relação à garganta, e esteja a ter um desconforto considerável na garganta. Isso torna-se-lhe num incómodo e afecta-lhes a capacidade de funcionar.


Bom; quer vocês se encontrem na posição de ajudar essa pessoa por um processo de cura ou se passe convosco e vocês estejam a gerar essa acção, a energia que estiver a afectar a garganta do indivíduo não tem origem, e o mais provável é que não tenha tido, ter origem na garganta. O provável é que essa esteja a ser expressa a partir de uma outra área qualquer, e isso esteja a afectar a garganta.


O indivíduo poderá ter optado por afectar a garganta por uma razão qualquer, mas não é isso que importa. Eventualmente importará para o indivíduo que estiver a criar esse sintoma, porém, no imediato não constitui o factor mais importante. Abordem sempre qualquer coisa no que concerne a cura em conjunto, com o AGORA primeiro. Os sintomas em primeiro lugar, as causas em segundo lugar. O que quer que estiver a ser objecto de expressão AGORA primeiro, o PORQUÊ em segundo lugar.


Em muitas situações em que abordam os sintomas primeiro, pode nem sequer ser necessário descobrir o porquê, por o poderem apresentar a vós próprios automaticamente. Mas abordem sempre uma situação qualquer da perspectiva do AGORA primeiro. Reforcem sempre a presença e o AGORA.


Nessa medida, independentemente de saberem conscientemente o que esteja a causar essa particular manifestação, não tem importância. Quando abordam o AGORA e o sintoma AGORA, não terão que conhecer a mecânica nem toda a física da energia que estiver a ser expressada nem quais os órgãos que estiverem a ser afectados nem qual sistema do organismo está a funcionar mal, se quisermos. Tudo quanto é significativo que saibam é que, qualquer que seja a energia que esteja a ser reunida a ponto de causar desconforto corresponderá a um acúmulo e que não tem origem aí. Tem origem nisso.


Portanto, com toda a simplicidade, é uma questão de expressarem essa influência ou essa instrução no sentido de que toda essa energia retorne ao seu ponto de origem, qualquer que ele seja. Esse indivíduo que estiver a sofrer desconforto na garganta pode na verdade estar a projectar energia a partir do pâncreas e ela estar a manifestar-se na garganta, mas a origem dessa energia situar-se no pâncreas. E assim não estarão a expressar a mudança do que quer que seja nem a alteração do funcionamento de algo que tenha escolhido; agora estarão apenas a redireccionar a energia no sentido de retornar ao seu ponto de origem. Onde quer que a dor se situe, a energia irradia e não pertence especificamente à área que actualmente esteja a ser afectada.


Mesmo num pequeno exemplo, se cortarem o dedo poderão ver o ponto em que tenham sido feridos, mas o provável é que venham a sentir a dor em mais zonas do que apenas essa. Todo o vosso dedo mostrar-se-á dorido, por no ponto de origem a energia se dispersar imediatamente.


Sempre que alguma coisa física for afectada ou danificada ou for ferida ou ficar enferma, o que a consciência do corpo automaticamente faz - e isso estende-se muito para além da vossa consciência corporal, que subsequentemente eu irei igualmente referir - mas a consciência do corpo nesse ponto de origem automaticamente dispersa a energia. Projecta a energia para o exterior em diversas direcções, para a afastar do ponto de origem, e para não concentrar essa energia no dano.


(Com ênfase) O vosso corpo, todos os corpos, fazem automaticamente o que eu lhes tenho vindo a referir há anos. Mas o que vocês fazem é DESESPERADAMENTE TENTAR CONCENTRAR TODA A ENERGIA NESSE PONTO DE ORIGEM, que o corpo automaticamente está a dispersar para não a concentrar nessa disfunção, e assim poderá substituir essa energia e atraí-la de volta ao seu ponto de origem a fim de a sanar. MAS NÃO O PODE FAZER! por vocês não estarem a forçar a energia de volta ao seu ponto de origem de forma natural a fim de restaurarem a condição natural. Não, vocês estão a concentrar-se naquilo que sentem, quer seja físico ou emocional ou mental, ou mesmo o vosso planeta, querem curar o vosso planeta.


Eu tenho referido repetidamente que não é uma questão de curarem o vosso planeta. Ele está a mudar, está a ajustar-se e está a tomar um rumo próprio. Ele não requer cura, nem se trata de questão nenhuma de cura. Trata-se de vocês se voltarem em direcções diferentes e de alterarem a vossa concentração relativamente à forma como interagem com ele, de modo bastante similar ao modo como interagem com os vossos corpos - o vosso e com os outros.


Quanto à mudança, referi há muito tempo atrás que uma das acções significativas que podem usar é a de redefinirem os termos e consequentemente redefinirem a vossa realidade. Isso aplica-se a tudo na vossa realidade, quer julguem ser bom ou mau. Tais ideias e direcções e expressões que julgam ser boas também requerem mudança. o facto de pensarem que sejam boas não quer dizer que não mudem, ou que não requeiram mudança em relação à mudança. Requerem, por tudo estar a mudar. TUDO está a mudar.


E nesse sentido, importa que a compreensão que tenham da cura também sofra uma mudança.


Deixem que lhes diga que já se encontram num ponto do desenvolvimento tecnológico em que eu diria em definitivo que a vossa ficção científica se tornou ciência de factos por esta altura. A vossa tecnologia avançou a tal ponto que aquilo que veem como impossível e ficção científica, já dispõem de tecnologia para usar. Ainda não a estão a utilizar em massa, por continuarem a perceber a cura da forma que a percebem, equiparando-a a uma correcção, e que tudo quanto esteja associado com a cura se ache associado com uma norma ou padrão, e que tudo quanto esteja associado a padrões envolva esses factores da consequência e do medo.


E a tecnologia que podiam estar a usar, por JÁ DISPOREM DELA - já a desenvolveram, já a inventaram - a tecnologia que PODIAM estar a empregar não podem utilizar, por ser incompatível com o medo e a consequência. E vocês continuam a mover-se no sentido das forças externas: dos produtos farmacêuticos. Por o modo como alteram e corrigem se basear no medo e nas consequências, nas fontes ou agentes externos.


Mas uma vez mais vou referir, no sentido de evitar ideias antagónicas ou restritas, que quando digo que as pessoas empregam fontes externas ou métodos com relação à cura, não estou a dizer que isso seja errado ou mau, ou que seja melhor não recorrer a tais métodos. A questão não está nisso, por não estar a referir isso.


A questão assenta no que motiva isso. O ponto está além de um método; trata do que esteja a motivar em qualquer direcção que seja, a despeito de incorporar fontes ou agentes externos ou não, que não tem importância. É motivado pelo mesmo, que é o medo e a consequência.


E nessa medida, a tecnologia de que dispõem no sentido da cura - em conjunto com o direccinamento da energia de volta ao seu ponto de origem, e empregar esse princípio por uma maneira tecnológica que negligenciaram durante séculos do "semelhante cura o semelhante," que na realidade É aquilo que cura, e é excepcionalmente simples - essa tecnologia volta-se nessa direcção. Mas vocês movem-se no sentido da oposição. Por isso ainda não foi empregue. Mas não é que não disponham dela, porque dispõem.


Deixem que lhes diga que, a razão por que esse princípio da cura pelo semelhante é bem-sucedido deve-se a que, quando geram uma manifestação física, que é que estão a fazer? A consciência do vosso corpo está a expressar uma comunicação. Já lhes tenho vindo a dar conta disso há um tempo considerável. o vosso corpo está constantemente a comunicar-lhes algo, e a forma de lhes captar a atenção é através dos sentimentos, emocionais ou físicos. Todos eles são produzidos pela vossa consciência do corpo.


E nessa medida, quando sentem desconforto emocional ou físico, isso é um sinal que a consciência do vosso corpo lhes está a comunicar em relação ao que estão a fazer. Está a transmitir-lhes uma confirmação: isto é o que estás a fazer de momento.


Agora, quando espelham isso de volta ao corpo, isso representa um comunicado de volta à consciência do corpo a dizer: "Mensagem recebida," e ele para. Quer seja sensação emocional ou física, ele parará, por ter sido levado em consideração. A mensagem foi recebida, mesmo que não saibam que mensagem tenha sido. Se espelharem de volta para o corpo, ele deixará de enviar o sinal, por registar "Mensagem recebida," e consequentemente não ser necessário continuar a expressar a mensagem. Nessa medida o semelhante cura o semelhante.


Pergunta: Estavas a falar da tecnologia que já inventamos com respeito à cura pelo semelhante. Referes-te à homeopatia?


Não, isso é uma prática, e eu diria que com respeito à homeopatia as pessoas estão a voltar-se nessa direcção com a homeopatia. Não a empregam por completo, mas estão a voltar-se para a prática disso, e eu confirmo-o.


Mas isso não é uma expressão de tecnologia. Aquilo que lhes diria é com relação à homeopatia, que assenta na incorporação de práticas relativas ao consumo e a acções que empregam, e, conforme a terminologia que empregam, ao vosso estilo de vida.


A tecnologia nesse sentido deu-se na área do, por assim dizer, desenvolvimento da sincronização das qualidades vibratórias que se acham em sincronia com as qualidades vibratórias que vocês expressam e que podem manipular no direccionamento da energia, de forma muito similar àquela porque direccionam a electricidade. Podem direccionar a energia da electricidade para ser usada por diversos meios e para operar muitas funções. Mas esta é uma tecnologia que foi desenvolvida que é diferente e que não é eléctrica, m as que pode ser manipulada em muitas formas diferentes, ou mais do que conseguem manipular com a electricidade.


A tecnologia é desenvolvida e concebida para, de certo modo, esquadrinhar o corpo físico de modo similar àquele em que sondam um veículo com o uso da electricidade. Ela sonda a consciência do corpo, localiza pontos de origem em que a energia esteja a dispersar-se, a seguir localiza fortes concentrações de energia que se tenham dispersado por diferentes áreas do corpo, e pode expressar determinados impulsos no sentido de encorajar essa energia a retornar do ponto de origem e consequentemente proceder à cura, conforme vocês dizem.


Por conseguinte, se quebrarem um osso, a tecnologia pode escrutinar a área, pode isolar a quebra óssea - cujo aspecto é evidente - mas então volta-se numa direcção e perscruta a consciência do corpo para localizar aquelas áreas do corpo em que a energia tenha irradiado do ponto de origem e se tenha acumulado noutras áreas do corpo. Que pode ser no ombro do indivíduo, ou no pé, ou na cabeça. Gera um pulsar que encoraja e influencia essa energia a afastar-se dessas áreas colectadas para o ponto da origem, para se concentrar de forma a solidificar o osso de novo.


Vocês já dispõem dessa tecnologia. Apenas não a estão a usar ou a empregar por o seu uso levantar obstáculos significativos, o que constitui a promoção do medo e das consequências.


Há MASSAS que promovem a manutenção do medo e das consequências, que é expressão que é fortemente empregue por todo o vosso mundo, e essa é a oposição que tal tecnologia enfrenta. Eventualmente a tecnologia virá a vingar, só que no presente enfrenta oposição.


Essa é uma outra razão porque é importante para aqueles de vós que que estão a conceder esta informação a vós próprios e que estão a expandir-se e a tornar-se mais conscientes, se devem informar e saber o que estão a fazer e produzir essa projecção de energia em que apliquem um movimento o sentido da cura de uma forma mais produtiva e que não reforce o velho nem perpetue o medo das consequências.

Pergunta: Elias, essa tecnologia terá nome? Já terá sido inventada, essa tecnologia que descreveste?


Já foi inventada, sim. Eu diria que está a ser objecto de diferentes designações no presente que com toda a probabilidade irão sofrer mudança. A maioria deles é estritamente reservada. É tudo fruto de empreendimentos privados, e são estritamente mantidos em privado. Coisa que até ao presente no vosso mundo é de certo modo compreensível, com tanta oposição que está a suceder.



Pergunta: A título de confirmação, eu assisto à série Star Trek Voyager, e nela o Dr. Hologram utiliza aquela máquina, e por meio de pulsões cura quebras de ossos e faz a energia retroceder. Eu acho que isto seja uma validação disso.



Esse é um excelente exemplo do reconhecimento e conhecimento da vossa energia, pois não vos estava a dizer de um maneira ameaçadora, perturbadora ou preocupante, mas vós imediatamente se voltaram no sentido de ficar com medo, medo de que, se não fizerem alguma coisa, se não empreenderem uma acção qualquer, JÁ e de imediato, e não corrigirem o que estiver errado, e se concentrarem nisso - no que esteja errado - então venham obviamente a enfrentar a derradeira consequência, que é a morte.

O que não é invulgar. Mas eu diria que mesmo quando as pessoas não expressam necessariamente essa derradeira consequência da morte, referem consequências. Pode ser que, se não definirem uma actuação particular, algo venha a piorar. Por conseguinte, já será errado, mas tenderá a piorar.


E nisso reside a questão: estão automaticamente a concentrar-se no que erro e nas consequências do medo. Mas deixem que lhes diga, não importa que se movam na direcção dos agentes externos ou que se movam na direcção de se curar.


Quando lhes digo que nesta altura essa questão da cura se baseia no medo e nas consequências, estou a dar-lhes conta disso de forma deliberada, e diria que não importa que abordem os médicos, ou que estejam a agir no sentido de se curarem, ou se estão a envolver trabalho ou a fazer meditações ou dieta – não importa o método que estejam a utilizar. Mesmo que estejam a mover-se no sentido da cura e do trabalho com a energia, ainda incorporará aspectos do medo e das consequências; se fizerem determinada coisa, virão a enfrentar uma consequência.


Mesmo a nutrição! Se não comerem correctamente, terão consequências. Estarão a matar-se em relação ao que consomem. Mas mesmo com respeito às expressões de energia: se não o fizerem correctamente, não corrigirão o problema. Ou sentir-se-ão motivados a empreender um trabalho da energia por causa de estarem a ajudar. Mas que estarão vocês a ajudar? Estão a ajudar em relação ao que será desnecessário.


A concentração permanece no que é danoso, no que é errado ou no que precisa ser mudado e corrigido. Não que a mudança seja má, porque não é. Não que seja errado querer mudança; não. Essa é a questão. É a tremenda concentração no erro ao invés do que não esteja errado, e a tremenda concentração no medo e na consequência.


Mas isto conduz as pessoas a um tal conflito desnecessário, desespero, desalento, desconforto, que se se permitirem reconhecer que não lutar com nem lutar em prole de algo não significa que não queiram saber. O vosso interesse, a vossa compaixão, o amor que tenham não é mensurável pelo volume de esforço que empreendam.


Pergunta: Eu tinha uma pergunta da Gillian de Somerset que creio vir a propósito. Vou lê-la e deixar que a reformules caso aches necessário.


“Eu passei por uma experiência excelente, embora tenha gerado um certo desconforto, ultimamente. Passei quatro semanas no hospital a fim de descobrir o que realmente me acometera por estar a perder peso e ter dores crónicas de estômago. Percebi após a última conversa que tivemos acerca de certas pessoas que passam pela experiência de extremos, e eu sou de facto uma dessas que elegeu isso. Seja como for, gostaria que comentasses ou confirmasses se eu estou a avançar com o meu processo de transição.


“Sinto que durante esse período, detectei o quanto me condeno, mas também senti que me estou a mover rapidamente no sentido da aceitação de mim própria e dos outros. Tomei consciência de estar a rumar no sentido de me tornar num pequeno rebento.


“Além disso, sinto que sempre acreditei que o meu corpo sara rápido. Desde que regressei a casa, notei e reforcei essas crenças. A verdade em mim prossegue. Agora descubro que estou a soltar-me e a deixar de pressionar.


“Eu senti-me só e frustrada por não ser capaz de falar com ninguém a viva voz. Percebo que todo o querer ter sonhos lúcidos, sentir, ver a energia, meditar, à semelhança de muitos outros, sinto-me incapaz de o fazer. Mas agora aceitei-o e não forço nem gero frustração com relação a isso.


“Só gostava de saber se estou no caminho certo com as impressões que tenho. Certo é que ainda não estou preparada para dieta, embora me tenha interrogado diversas vezes quando me encontrava em sofrimento. Acredito que não existe separação. Sinto que a Gillian constitui uma perfeita e magnífica manifestação de ARI e EU SOU é um.


“Por fim, notei que as minhas luzes voltaram a cintilar. Agradeço o facto de me recordares que não me encontro efectivamente só.”


De facto não te encontras só, e eu valido as impressões que tens, além de validar as tentativas que empreendeste no movimento e na concessão de um considerável volume de informação que fizeste a ti própria.


Também concordo que presentemente não pareces estar nesse ponto. Definitivamente não estás ainda a escolher o desenlace. Mas também validaria que tens momentos em que vacilas quanto a entreter essa direcção e depois descontinuas, e andas para a frente e para trás.


Mas reconheço que o que estás a fazer e o que estás a conceder a ti própria, e também confirmo a pratica relativa a ti própria e à interacção que tens com outros indivíduos, embora limitada.
Eu dir-te-ia meramente que esta questão se aplica igualmente a ti, por existirem alguns factores que permanecem relativamente ao medo e às consequências. Reconheço que estás a conseguir aceitar e aquilo com que te estás a permitir abandonar, e nisso, encorajo-te a prosseguires, minha amiga, como sempre, com consciência de que estás certa, de que não estás só, e de que eu estou sempre presente.


Pergunta: Poderias falar uma pouco mais acerca do espelhar que referiste. Temos uma manifestação física e reconhecemos que temos uma acerta altura no momento e espelhamos de volta esse reconhecimento. Poderias elaborar mais sobre isso?


É uma questão de apresentarem a mesma expressão que o corpo está a apresentar, razão porque é significativo e importante abordar os sintomas no momento primeiro, identificar o que o corpo está a fazer – qual será a manifestação, qual será o sintoma, por assim dizer. E depois descobrir algum agente externo que gere o mesmo sintoma.

Quando apresentam o mesmo sintoma – deixem, que o refira do seguinte modo; antes de mais, porém, torna-se importante que empreendam a acção no presente. Não se trata de uma acção de prevenção. Trata-se de um reconhecimento do sinal que a consciência do corpo está a gerar.

Por isso, digamos que uma pessoa esteja a experimentar a acção de vomitar. Digamos que a pessoa perceba que tenha desenvolvido uma gastroenterite e esteja a vomitar.


Bom, se apresentares a esse indivíduo – ou se se tratar de vós, se apresentarem a vós alguma fonte externa que gerasse o mesmo sintoma – digamos que haja alguma substância que induza a acção de vomitar – se introduzirem a mesma expressão ao indivíduo enquanto estiver a experimentar a acção de vomitar, por intermédio de uma substância que provoque vómito, digamos – se a pessoa consumir essa substância que produza o efeito de vomitar, o vómito parará. O corpo deixará de fazer isso e não levará o indivíduo a vomitar.


Agora; se o indivíduo não vomitar, ou se se sentirem bem e não vomitarem e ingerirem essa substância, o provável é que os influencie no sentido de vomitarem. Mas se for apresentado a um indivíduo que esteja a experimentar essa acção de vomitar, ele parará por a consciência do vosso corpo reconhecer de imediato esse espelhar como “Mensagem recebida. Desnecessário será continuar,” e ela parará.


Pergunta: Eu tenho um outro exemplo: Que tal uma perna ou uma dor nas costas?


É uma questão de isolarem genuinamente a dor que seja e passar a descobrir o que provocaria a mesma dor, o que quer que criasse a mesma dor. Lembrem-se de que é o semelhante que cura o semelhante. Por conseguinte, o que quer que provoque o mesmo sintoma, se apresentarem essa mesma expressão ele parará.

Pergunta: Terás um exemplo?



Muito bem. Digamos que uma pessoa tenha uma dor nas costas e essa dor esteja a ser gerada por certos músculos das costas estarem a sofrer uma tremenda contração e tensão e isso provoque dor e desconforto.


Se empregarem alguma outra fonte que provoque a mesma acção – um choque eléctrico, digamos – que provoque um certo espasmo muscular e levasse os músculos a contrair violentamente. Se provocarem a mesma acção na altura em que estiverem a experimentar isso, ele parará. Encorajo-os nessa direcção, que poderá representar um desafio encontrar o que equiparar aos sintomas que sentirem.


“A SAÚDE E A CONSCIÊNCIA DO CORPO”

…Como poderão fazer retornar a energia ao seu estado natural nos outros? Não podem; só o indivíduo poderá fazer isso. Vocês podem auxiliá-lo, pelo que poderão ajudar nesse sentido. Mas poderão devolvê-la ao seu estado natural? Não, pois isso representaria proceder a uma escolha no lugar do outro, e vocês não o podem fazer.

Podem senti-la, podem ter consciência dela. Podem aceder á energia de outra pessoa e podem define-la e apurar o que a pessoa esteja a criar. Assim, poderão espelhar isso devolta à pessoa? Podem, sim.

Agora, isso pode resultar um tanto traiçoeiro, por em determinadas situações, caso a outra pessoa esteja aberta a outras energias ou esteja a requisitar ajuda – e tal pedido não precisa ser expressado por palavras – mas se estiver a formular um pedido de ajuda, e vocês espelharem uma energia que espelhe o que ele estiver a manifestar, então sim. Se estiverem a produzir uma mesma frequência, essa mesma expressão, e a estiverem a espelhar de volta à pessoa, e ela o receber, sim isso influenciará.

O aspecto complicado está no outro indivíduo e se ele estará ou não receptivo, por poderem espelhar-lhe e ele bloquear isso, e proteger-se disso, pelo que resultará ineficaz.


(continua)
Traduzido por Amadeu António

O MATERIAL ELIAS